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	<title>Esquadrias de Alumínio, Pele de Vidro e Portas Automáticas - Tel. 11 3972-3233 – Esquadria de Alumínio Pele de Vidro, Caixilho, Vidro Temperado</title>
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		<title>Imóvel na Rocinha e Vidigal já bate a cifra do milhão</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 13:23:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Moradores das três comunidades carentes, Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, e do asfalto veem a valorização imobiliária ferver feito as temperaturas do verão. No Vidigal, um terreno com 10 casas, no alto do morro, está sendo vendido por R$ 1 milhão. Em São Conrado, empreendimento recém-lançado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Moradores das três comunidades carentes, Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu, e do asfalto veem a valorização imobiliária ferver feito as temperaturas do verão. No Vidigal, um terreno com 10 casas, no alto do morro, está sendo vendido por R$ 1 milhão. Em São Conrado, empreendimento recém-lançado no espaço onde ficava uma concessionária de carros, já vendeu 90% dos apartamentos em 48h.</p>
<p>A disparada dos preços é o cenário mais visível dos benefícios que a expulsão do tráfico levou a mais de 130 mil pessoas que vivem na região. Da janela de casa, colocada à venda no alto do Vidigal, a dona de casa Lúcia Rodrigues Cabral, 47 anos, e filha, a estudante Isabela Cabral, 20, enumeram outros benefícios, além da oportunidade se mudar para uma casa melhor, “perto do asfalto”: desde o dia da operação policial, em 13 de novembro de 2011, não ouvem barulho de fogos na favela.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8220;Os fogos anunciavam a chegada da polícia. Isso acabou. O sonho da paz aconteceu. Agora, planejamos mais mudanças para essa nova vida&#8221;, conta Lúcia, contemplando uma das mais belas vistas do Rio. &#8220;Vamos nos mudar, mas, sair do Vidigal, nunca&#8221;, completa a estudante.</p>
<p style="text-align: justify;">
Sem o poder do tráfico, moradores reconquistaram, além do território, a liberdade, o que pode ser percebido quando são analisados os números de atendimento na UPA da Rocinha.<br />
Comparando outubro e dezembro, há aumento de 20% no atendimento de casos de menor gravidade após 22h, o que, segundo médicos na unidade, não acontecia antes da pacificação.</p>
<p>O terreno de R$ 1 milhão no Vidigal, segundo os corretores da MS Imobiliária, pode render ainda mais. &#8220;O dono pensa em desmembrar as casas. Separadas, podem render o dobro&#8221;, avalia o corretor local, Jonas Barcellos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Na Rocinha, um imóvel pode custar até R$ 130 mil, mesmo em becos ou vielas. &#8220;Os preços aqui no bairro, no asfalto, subiram 40%, já no dia seguinte à ação policial. Vivemos realmente um renascimento após anos de desvalorização&#8221;, conta o presidente da Associação de Moradores de São Conrado, José Britz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Fila de espera: Aluguel custa R$ 2 mil por mês</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
A MS Imobiliária é a única que oferece esse tipo de serviço no Vidigal. E por lá já tem até fila de espera para quem quer alugar ou comprar um imóvel. &#8220;Temos 18 casas disponíveis e uma fila de 14 pessoas que querem comprar uma casa e mais 34 pessoas dispostas a alugar. Mas, para locação, só temos notícia de um apartamento&#8221;, explica o corretor Marcos Vinícius Rocha.</p>
<p style="text-align: justify;">
Para alugar o apartamento disponível, o futuro inquilino terá que desembolsar quase R$ 2 mil por mês. Já na Rocinha, quem procura aluguel vai precisar de mais sorte. Por lá, segundo corretores de três imobiliárias da comunidade, não há mais casas.</p>
<p>&#8220;Temos fila de espera por aqui também e há uma dificuldade grande em encontrar imóveis para a locação. Por aqui, os imóveis já haviam sido valorizados com as obras do PAC. Agora, aumentou mais&#8221;, explica o corretor Fábio Ricardo, da Rocinha.</p>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<p>Na expectativa por mais melhorias, os moradores da Rocinha aguardam, agora, a nova fase do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, que terá um total de investimento de R$ 700 milhões. As obras de complementação do PAC 1 da favela, que estão paradas, também devem ser retomadas, para a construção, por exemplo,do plano inclinado com três estações, ligando o acesso principal, na Autoestrada Lagoa-Barra, ao Túnel Zuzu Angel.</p>
<p style="text-align: justify;">
A Rocinha também vai ganhar um mercado público com três andares, 49 lojas e praça de alimentação no Largo do Boiadeiro. Já no Vidigal, a esperança é que a comunidade também receba intervenções do PAC, o que ainda não está previsto.</p>
<p>Moradores da região também comemoram a primeira festa de Réveillon na Praia de São Conrado, como antecipou dia 2. As atrações ainda não foram definidas pela prefeitura. &#8220;Torcemos ainda pela construção do teleférico ligando a Rocinha ao Vidigal&#8221;, diz o corretor Jonas Barcellos, ex-presidente da Associação de Moradores do Vidigal.</p>
<p><em>Da Redação, original O Dia.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.obra24horas.com.br/materias/mercado-da-construcao/imovel-na-rocinha-e-vidigal-ja-bate-a-cifra-do-milhao">http://www.obra24horas.com.br/materias/mercado-da-construcao/imovel-na-rocinha-e-vidigal-ja-bate-a-cifra-do-milhao</a></p>
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		<title>Construção civil e logística em alta com a Copa de 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 13:17:13 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[A Copa do Mundo de 2014 está realizando os sonhos do engenheiro civil Fábio Prado, de 25 anos. Antes mesmo de terminar a faculdade, em 2009, ele já sabia que gostaria de trabalhar com construção de estádios. Com o evento esportivo, ele conseguiu emprego no escritório responsável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2014 está realizando os sonhos do engenheiro civil Fábio Prado, de 25 anos. Antes mesmo de terminar a faculdade, em 2009, ele já sabia que gostaria de trabalhar com construção de estádios. Com o evento esportivo, ele conseguiu emprego no escritório responsável pelos projetos de engenharia do estádio do Corinthians, em São Paulo, do Grêmio, em Porto Alegre, e o da cidade do Recife.</p>
<p>Além da engenharia, os setores de hotelaria, logística, turismo e tecnologia da informação já oferecem oportunidades de olho no Mundial. Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), feito pela Fundação Getúlio Vargas, a estimativa é que a Copa seja responsável pela criação de 700 mil novos empregos, diretos e indiretos.</p>
<p>&#8220;Sempre fui fascinado por construções. Todo mundo falava sobre a Copa no Brasil e vi a possibilidade de atuar nesse ramo e participar de grandes projetos, mais complexos&#8221;, diz.<br />
Prado fez um projeto de conclusão de curso sobre a construção de estádios em 2009, no Instituto Mauá de Tecnologia, e foi indicado por uma professora para trabalhar em um escritório de engenharia que atua neste setor. &#8220;Foi um planejamento de carreira e de marketing pessoal também. Eu já tinha interesse na área e o projeto da faculdade me deixou mais preparado para atuar&#8221;, conta.</p>
<p>Hoje, ele ainda trabalha na mesma empresa, a EGT Engenharia, e sua função é otimizar os projetos dos estádios. Ele realiza testes em softwares para analisar se a estrutura realmente é segura e se tudo o que foi planejado está sendo realizado. &#8220;Conseguimos até simular torcedores pulando para avaliar o comportamento e a segurança&#8221;, explica Prado.</p>
<p>Com a proximidade da Copa, o engenheiro ressalta que ainda dá tempo para encontrar um emprego no setor de construção civil, já que muitas obras de infraestrutura em rodovias, portos e aeroportos estão acontecendo. &#8220;O mercado é muito grande e as empresas sempre estão procurando pessoas qualificadas para trabalhar.&#8221;</p>
<p><strong>Áreas em alta</strong></p>
<p>As empresas já começaram a buscar profissionais para preencher seu quadro de funcionários e não perder oportunidades de negócio que vão surgir com a Copa do Mundo de 2014.<br />
&#8220;Essa é a janela de oportunidades que os brasileiros têm para se profissionalizar e conseguir uma boa posição no mercado&#8221;, afirma José Augusto Figueiredo, vice-presidente de operações da DBM Brasil e América Latina.</p>
<p>Para Cássia Silveira de Assis, coordenadora do curso de engenharia civil do Instituto Mauá de Tecnologia, as oportunidades que apareceram com o Mundial devem continuar mesmo depois do evento. &#8220;Ele deu visibilidade para a necessidade de infraestrutura em rodovias e aeroportos.<br />
Com o desenvolvimento do país, algumas obras ficaram paradas e agora todas precisam andar, por isso o mercado de trabalho está aquecido.&#8221;</p>
<p>&#8220;Profissionais de outras áreas também podem atuar em parceria com os engenheiros, sendo muito comum encontrar equipes formadas por geólogos, engenheiros e gestores ambientais, biólogos e físicos&#8221;, relata Gisleine Coelho de Campos, coordenadora do curso de engenharia civil da Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<p>O setor de hotelaria também está se estruturando para atender os turistas que estarão no Brasil. As redes estão investindo em cursos de idiomas e de formação. Segundo Francisco Gentil Vieira, coordenador do curso de hotelaria da Anhembi Morumbi, as empresas estão buscando mão de obra na faculdade porque não encontram profissionais qualificados para trabalhar. &#8220;Como a hotelaria é uma prestação de serviço em que o profissional deve estar preparado para atender o público, principalmente em eventos como esse.&#8221;</p>
<p>Outra área que vai buscar trabalhadores é a logística, já que a estrutura de transportes será bastante exigida durante o Mundial. Profissionais com pouca experiência ou que desejam iniciar carreira no setor devem aproveitar. Segundo Figueiredo, haverá uma grande demanda por mão de obra de nível médio.</p>
<p>A tecnologia da informação continuará tendo um papel importante para o desenvolvimento de soluções que vão facilitar a rotina de trabalho, como softwares para engenheiros e sistemas administrativos para hotéis. &#8220;É um setor que já está em alta há alguns anos e deve continuar&#8221;, afirma Figueiredo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.obra24horas.com.br/materias/construcao/construcao-civil-e-logistica-em-alta-com-a-copa-de-2014">http://www.obra24horas.com.br/materias/construcao/construcao-civil-e-logistica-em-alta-com-a-copa-de-2014</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Abal e Afeal avaliam desempenho de esquadrias de alumínio</title>
		<link>http://www.siaesquadrias.com.br/abal-e-afeal-avaliam-desempenho-de-esquadrias-de-aluminio/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 13:14:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Associações divulgaram resultados de programas de ensaios para verificação da capacidade de atenuação acústica dos fornecedores A Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) e a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) divulgaram, na última sexta-feira (2), os resultados de programas de ensaios com sistemas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Associações divulgaram resultados de programas de ensaios para verificação da capacidade de atenuação acústica dos fornecedores</strong></p>
<p>A Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) e a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) divulgaram, na última sexta-feira (2), os resultados de programas de ensaios com sistemas e esquadrias padronizadas de alumínio para verificação da capacidade de atenuação acústica. Segundo a Abal, os ensaios foram iniciados em abril de 2010, com padrão intermediário, com as tipologias mais utilizadas em dormitórios. Já a Afeal iniciou os trabalhos em outubro de 2010, com esquadrias de alumínio padronizadas.</p>
<p>&#8220;Quando consideramos o sistema da fachada, as janelas de padrão intermediário atendem e, muitas vezes, superam as exigências&#8221;, diz Cintia Figueiredo, do Comitê da Construção Civil da Abal. Segundo os ensaios, realizados com base no capítulo relativo ao isolamento acústico da Norma de Desempenho (NBR 15.575), as esquadrias ensaiadas atendem e, em alguns casos, superam os índices das classes I e II, que são definidos a partir da região onde a edificação está localizada. Já na classe III, as construtoras terão que adotar janelas com um desenvolvimento superior ao que normalmente compram.</p>
<p>Segundo Figueiredo, essas esquadrias que obtiveram bons desempenhos atendem à NBR 10.821 com relação à estanqueidade à água, penetração de ar e requisitos estruturais. &#8220;Quando melhoramos a vedação de uma esquadria, melhoramos junto a isolação sonora&#8221;, disse Fabiola Rago, consultora técnica da Afeal.</p>
<p>De acordo com a Abal, as janelas que apresentaram melhores resultados foram as integradas, pois não contam com frestas. &#8220;Ambos os estudos concluíram que as janelas de correr, da forma como são feitas hoje, não importa de que material, chegaram ao seu limite de vedação: independentemente do emprego de perfis mais robustos, o isolamento muda muito pouco, porque a tipologia exige que a janela tenha uma fresta entre uma folha e outra para poder correr. Necessariamente, onde passa o ar, passa o ruído&#8221;, diz Rago.</p>
<p>As associações estão trabalhando em conjunto para a produção de um material técnico para a orientação dos fabricantes de esquadrias e das construtoras. Os fornecedores deverão informar em seus catálogos o desempenho acústico de cada produto, a partir de resultados obtidos em ensaios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/abal-e-afeal-avaliam-desempenho-de-esquadrias-de-aluminio-242761-1.asp">http://www.piniweb.com.br/construcao/tecnologia-materiais/abal-e-afeal-avaliam-desempenho-de-esquadrias-de-aluminio-242761-1.asp</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo deve decidir até junho se aumenta meta do Minha Casa, Minha Vida 2</title>
		<link>http://www.siaesquadrias.com.br/governo-deve-decidir-ate-junho-se-aumenta-meta-do-minha-casa-minha-vida-2-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:55:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Esquadrias]]></category>

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		<description><![CDATA[Flávia Albuquerque Repórter da Agência Brasil São Paulo – A presidenta da República, Dilma Rousseff, disse hoje (12) que o governo vai decidir até junho se amplia em 400 mil unidades a meta do programa Minha Casa, Minha Vida 2, que atualmente é de 2 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Flávia Albuquerque<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
<p>São Paulo – A presidenta da República, Dilma Rousseff, disse hoje (12) que o governo vai decidir até junho se amplia em 400 mil unidades a meta do programa Minha Casa, Minha Vida 2, que atualmente é de 2 milhões de moradias até 2014, das quais 500 mil serão construídas este ano. As unidades habitacionais adicionais devem ser destinadas a famílias com renda de até R$ 1,6 mil mensais.</p>
<p>“Estamos considerando ampliar o número de unidades contratadas para mais 400 mil, e isso significará 400 mil moradias para essa faixa de renda de até R$ 1,6 mil. Em junho, faremos uma avaliação para ampliar”, disse durante a cerimônia de assinatura do termo de cooperação para viabilizar a construção de moradias populares no estado de São Paulo.</p>
<p>O acordo assinado hoje prevê a construção de 97 mil unidades habitacionais para famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, com prioridade de atendimento para moradores de favelas, mananciais, áreas de risco e rurais. As casas serão construídas por meio da Agência Casa Paulista, do governo do Estado, e do Programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal. Serão investidos R$ 8,04 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão do governo estadual e R$ 6,1 bilhões do governo federal.</p>
<p>A parceria atenderá principalmente as regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Vale do Paraíba e litoral norte. As unidades serão construídas até 2015. As famílias pagarão 120 parcelas mensais, que podem ser até 10% de seu rendimento. O valor mínimo da prestação será de R$ 50,00 e o máximo de R$ 160,00. A área de cada unidade será de 43 metros quadrados, com acessibilidade para cadeirantes, laje e esquadrias de alumínio, lâmpadas fluorescentes, descarga seletiva nos banheiros e sensores de presença nas áreas externas.</p>
<p>A presidenta Dilma ressaltou ainda que nenhum presidente consegue governar sem o apoio dos governos estaduais e municipais. “O grande ensinamento que nós temos é essa relação que conseguimos manter independentemente de origem partidária, credo político, religioso. Nós podemos ter nossas divergências políticas, mas acabou a eleição essas divergências eleitorais deixam de existir”.</p>
<p>A presidenta afirmou ainda que tem dito que como há decoro parlamentar, há decoro governamental, que consiste em perceber que não se faz e não se pode ter em política relação de atrito com estados e municípios. “Esse é a grande característica do decoro governamental”, disse.</p>
<p><em>Edição: Fernando Fraga</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-12/governo-deve-decidir-ate-junho-se-aumenta-meta-do-minha-casa-minha-vida-2">http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-12/governo-deve-decidir-ate-junho-se-aumenta-meta-do-minha-casa-minha-vida-2</a></p>
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		<title>Primeiro condomínio sustentável do Brasil ganha certificado da Vanzolini</title>
		<link>http://www.siaesquadrias.com.br/primeiro-condominio-sustentavel-do-brasil-ganha-certificado-da-vanzolini/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:53:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[SIA Esquadrias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação Vanzolini &#8211; maior certificadora da construção civil do Brasil &#8211; concedeu, de forma inédita, a certificação Processo AQUA, para bairros e loteamentos, ao primeiro condomínio sustentável do Brasil que será construído em São Carlos, interior de São Paulo: o Residencial Damha Golf I, da Damha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Vanzolini &#8211; maior certificadora da construção civil do Brasil &#8211; concedeu, de forma inédita, a certificação Processo AQUA, para bairros e loteamentos, ao primeiro condomínio sustentável do Brasil que será construído em São Carlos, interior de São Paulo: o Residencial Damha Golf I, da Damha Incorporadora.</p>
<p>O empreendimento está localizado a cinco quilômetros do centro da cidade, às margens da Rodovia SP-318 (São Carlos-Ribeirão Preto).  Segundo o coordenadorexecutivo do processo AQUA da Fundação Vanzolini, professor Manuel Carlos Reis Martins, o condomínio residencial Damha Golf I atendeu às exigências de sustentabilidade devido ao comprometimento e à qualidade da equipe de profissionais da incorporadora, que desenvolveu o Programa do empreendimento com soluções que garantem que o projeto seja sustentável, construído e utilizado com impacto ambiental reduzido.</p>
<p>&#8220;Após a realização de uma auditoria presencial com duração de dois dias de intenso trabalho, que contou com a participação de profissionais da Fundação Vanzolini, da Damha e do Assistente AQUA (a empresa de consultoria em sustentabilidade Inovatech), ficou provado que o projeto atendeu às categorias do processo AQUA para bairros e loteamentos.</p>
<p>Oito categorias foram avaliadas em nível excelente; quatro atingiram o nível superior e cinco foram avaliadas em nível bom de um total de 17 categorias. &#8220;No caso de condomínio, foram relacionados níveis de desempenho sobre a integração e coerência do bairro, preservação dos recursos naturais, qualidade ambiental e sanitária, integração na vida social e dinâmicas econômicas&#8221;, informa o professor Manuel Martins.</p>
<p>A partir de agora, a Damha deve desenvolver o projeto executivo e realizar o empreendimento de modo a obter a certificação Processo AQUA para bairros e loteamentos nas próximas fases, Concepção e Realização, que também vão passar por avaliações e auditorias presenciais realizadas pela Fundação Vanzolini.</p>
<p>Com a obra finalizada, o Damha Golf I será um condomínio residencial horizontal fechado, composto por 128 lotes autônomos com tamanhos variáveis, situados no Parque Eco Esportivo Damha, uma antiga fazenda transformada em parque, que agregará lazer, cultura, trabalho e moradia, em um espaço de cerca de 13 milhões de m².</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.obra24horas.com.br/materias/tecnologia-e-sustentabilidade/primeiro-condominio-sustentavel-do-brasil-ganha-certificado-da-vanzolini">http://www.obra24horas.com.br/materias/tecnologia-e-sustentabilidade/primeiro-condominio-sustentavel-do-brasil-ganha-certificado-da-vanzolini</a></p>
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		<title>Governo do Rio Grande do Norte abre licitação para reforma da Biblioteca Câmara Cascudo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:52:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vidros]]></category>

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		<description><![CDATA[NATAL [ ABN NEWS ] — Está garantida a preservação e manutenção de um dos mais importantes monumentos do saber pertencentes ao Rio Grande do Norte: a Biblioteca Pública Câmara Cascudo, que há pelo menos seis anos amargava um estado calamitoso na sua estrutura física. O Governo do Estado, através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NATAL [ <a href="http://www.abn.com.br/" target="_blank">ABN NEWS</a> ]</strong> — Está garantida a preservação e manutenção de um dos mais importantes monumentos do saber pertencentes ao Rio Grande do Norte: a Biblioteca Pública Câmara Cascudo, que há pelo menos seis anos amargava um estado calamitoso na sua estrutura física.</p>
<p>O Governo do Estado, através da Secretaria Estadual da Infra-estrutura (SIN) e da Secretaria Extraordinária de Cultura do RN e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA) divulgou na terça-feira, a abertura de licitação, na modalidade concorrência, para reforma e restauração da BPCC, com o orçamento de R$ 1.605,183,72.</p>
<p>O projeto arquitetônico e complementar foi desenvolvido pela FJA e prevê, dentre outras medidas, reparos nas instalações elétrica e hidráulica, nova cobertura e pintura, adequações à acessibilidade, substituição das antigas esquadrias de madeira por novas esquadrias de alumínio com vidro, e alteração na disposição dos setores, bem como a criação de novos espaços como café e sala infantil. Além desses itens a reforma também contemplará a instalação de um elevador, e climatização em todos os ambientes, contribuindo para uma melhor acústica e conforto térmico para os visitantes e frequentadores.</p>
<p><strong>Particularidades</strong></p>
<p>Para o térreo estão previstos o balcão de informações, recepção com o funcionamento de um café, guarda volumes, sala de estar, espaço para consulta informatizada do acervo, sala de vídeo, área infantil, além de banheiros e copa. No primeiro andar, haverá uma galeria de artes e áreas de estudo, individuais e em grupo, além de sala de vídeo e uma sala para o acervo da literatura potiguar. O segundo andar receberá um mini-auditório com capacidade para 60 pessoas, além do setor administrativo da biblioteca.</p>
<p>Com 43 anos de funcionamento, a serem completados em fevereiro deste ano, a mais importante biblioteca do Estado vinha sofrendo com a deterioração física e jamais passou por algum tipo de reforma ou manutenção efetiva nessas mais de quatro décadas. Porém seu acervo técnico e bibliográfico não está avariado e após a reforma a BPCC passará a ser um ambiente moderno e confortável, pois, além da reforma em sua estrutura física executada pela SIN, a Secultrn/FJA irá licitar aquisição de mobiliário.</p>
<p>Um outro avanço será a informatização para a consulta do acervo completo. Com um orçamento total de R$ 3 milhões, a governadora Rosalba Ciarlini e a secretária extraordinária de Cultura, Isaura Rosado, estiveram no Ministério da Cultura ano passado e asseguraram recursos vindos da FNB, na ordem de R$ 1,5 milhão. &#8220;Para que esse financiamento do Governo Federal fosse possível, era necessário que realizássemos os projetos arquitetônicos e os projetos complementares. E assim o fizemos. Logo que assumimos a Secultrn/FJA passamos a desenvolver os projetos, de maneira que fosse agilizado o quanto antes a tão necessária reforma da Biblioteca Câmara Cascudo&#8221;, afirmou Isaura Rosado.</p>
<p><strong>Licitação</strong></p>
<p>Publicado no diário oficial desta terça-feira (24), a Comissão Permanente de Licitação, da Secretaria de Estado da Infra-estrutura, publicou que o recebimento e abertura dos envelopes de Documentos de Habilitação e Proposta de Preços, será no dia 1º de março de 2012, às 09:00, na Sala de Licitações, na sede da Secretaria, no Centro Administrativo.</p>
<p>O Edital e anexos poderão ser examinados na SIN, das 07:30 às 12:30 horas, de segunda à sexta-feira, podendo ser adquiridos mediante pagamento no valor de R$ 5,00 (cinco reais).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=69049">http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=69049</a></p>
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		<title>Estado de SP terá 100 mil novas moradias construídas do programa Minha casa, Minha Vida em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:50:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Esquadrias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estado de SP terá 100 mil novas moradias construídas do programa Minha casa, Minha Vida em SP Famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, moradoras de favelas, mananciais, áreas de risco e rurais terão prioridade Governador Geraldo Alckmin, presidenta Dilma Rousseff e a primeira-dama Lu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estado de SP terá 100 mil novas moradias construídas do programa Minha casa, Minha Vida em SP</p>
<p><em>Famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, moradoras de favelas, mananciais, áreas de risco e rurais terão prioridade</em></p>
<p>Governador Geraldo Alckmin, presidenta Dilma Rousseff e a primeira-dama Lu Alckmin durante cerimônia no Palácio dos Bandeirantes(Foto: Gilberto Marques)</p>
<p>São Paulo, nesta quinta-feira, 12, o governador Geraldo Alckmin e a presidenta Dilma Rousseff assinaram, no Palácio dos Bandeirantes, o termo de cooperação para viabilizar a construção de 100 mil moradias populares no Estado de São Paulo, por meio da Agência Casa Paulista do Governo do Estado e do Programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal.</p>
<p>&#8220;Não é todo dia que a gente assina um convênio de R$ 8 bilhões. Mais importante do que isso é para onde esse recurso se destina: casas e apartamentos para quem ganha até R$1.600. Ou seja, quem ganha um salário mínimo vai poder realizar o sonho da casa própria. Prioridade para as famílias em área de risco, área de favela, cortiço, áreas de mananciais, mas especialmente para as famílias de menor renda&#8221;, afirmou o governador.</p>
<p>Para a construção das unidades serão investidos R$ 8,04 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão do Governo do Estado e R$ 6,145 bilhões do Governo Federal. Os recursos estaduais serão repassados por meio da Casa Paulista, lançada pela Secretaria de Estado da Habitação de São Paulo em setembro do ano passado. A estimativa é gerar 340 mil empregos, entre diretos e indiretos.</p>
<p>Inicialmente, a parceria previa a construção de 97 mil unidades, no entanto, durante o discurso, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a construção de mais três mil unidades, arredondando para 100 mil o número de moradias viabilizadas por meio do termo de cooperação.</p>
<p>Os recursos do Governo do Estado serão aplicados na oferta de até R$ 20 mil por unidade, a fundo perdido, a título de complementação do financiamento das moradias erguidas em São Paulo em parceria com a União. A contrapartida elevará o teto da unidade habitacional financiada no território paulista &#8211; de R$ 65 mil (custo máximo nacional da unidade no programa federal) para R$ 85 mil.</p>
<p>O novo teto de R$ 85 mil para custo máximo da unidade habitacional paulista enquadra-se também na faixa de moradias que passaram a pagar apenas 1% de alíquota de RET (Regime Especial de Tributação), de acordo com a Medida Provisória nº 552 publicada pelo Governo Federal em dezembro do ano passado. Com a medida, empresários e investidores da construção civil serão estimulados a adquirir terrenos, elaborar projetos e construir empreendimentos de interesse popular em São Paulo.</p>
<p>A parceria atenderá, prioritariamente, as quatro regiões metropolitanas do Estado: São Paulo (39 cidades); Baixada Santista (9 cidades); Campinas (19 cidades); e Vale do Paraíba e Litoral Norte (39 cidades), que, juntas, respondem por cerca de 70% do déficit habitacional paulista.</p>
<p>De acordo com a parceria, das 97 mil unidades que serão construídas até 2015, 83 mil serão financiadas com recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). Outras 10 mil serão edificadas em parcerias com entidades e associações e 4 mil serão viabilizadas em áreas rurais &#8211; única exceção à exigência do critério de cidades com população mínima. Neste caso, o Governo do Estado repassará R$ 10 mil de complementação e o Governo Federal R$ 25 mil. Os Governos Estadual e Federal estudarão a melhor maneira de viabilizar as três mil novas moradias anunciadas durante o evento.</p>
<p>As famílias contempladas, com renda mensal de até R$ 1,6 mil, pagarão pelo imóvel 120 prestações mensais, limitadas a 10% do rendimento. O valor mínimo da prestação será de R$ 50 e máximo de R$ 160. As contribuições serão destinadas ao ressarcimento do FAR.</p>
<p>As novas unidades deverão respeitar e incorporar as melhorias estabelecidas como parâmetro de qualidade da Secretaria de Estado da Habitação. A área mínima será de 43 m2; pé direito mais alto (2,60 metros) para melhorar a ventilação e iluminação naturais; acessibilidade para movimentação de cadeirantes na cozinha e banheiro; laje e esquadrias de alumínio e itens de sustentabilidade, como lâmpadas fluorescentes, descarga seletiva nos banheiros e sensores de presença nas áreas externas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://spnoticias.com.br/index.php?q=node/5424">http://spnoticias.com.br/index.php?q=node/5424</a></p>
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		<title>Construção civil terá PIB forte em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:43:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>

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		<description><![CDATA[Estimativa é que o PIB geral cresça 3,5% e o da construção civil tenha uma acréscimo de 5,2% O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deve continuar crescendo neste ano e no próximo num ritmo superior ao da economia em geral, apesar da deterioração do cenário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estimativa é que o PIB geral cresça 3,5% e o da construção civil tenha uma acréscimo de 5,2%</em></p>
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deve continuar crescendo neste ano e no próximo num ritmo superior ao da economia em geral, apesar da deterioração do cenário mundial. Projeções do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) divulgadas ontem indicam que o PIB da construção civil deve aumentar 4,8%, ante um acréscimo de 3% da economia. Para 2012, a estimativa é que o PIB geral cresça 3,5% e o da construção civil tenha uma acréscimo de 5,2%.</p>
<p>Ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o PIB da construção civil do terceiro trimestre cresceu apenas 0,2% ante o segundo trimestre, descontadas as influências sazonais. Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, a alta foi de 3,8%. &#8220;Esse resultado está subestimado&#8221;, afirmou Ana Maria Castelo, economista da FGV Projetos e responsável pela análise econômica do setor feita pelo Sinduscon-SP. Ela explica que o IBGE projeta o PIB da construção com base no desempenho da indústria de materiais de construção. Como as importações de materiais aumentaram muito, esse não é mais um bom termômetro para projetar o PIB.</p>
<p>Tanto é que ontem o Sinduscon-SP divulgou projeções revisadas para o PIB do setor em 2009. De uma queda de 6%, houve crescimento real de 8,3% ante 2008. &#8220;Em 2009, houve um descolamento entre o PIB e a produção de materiais&#8221;, disse Ana.</p>
<p>O vice-presidente de Economia do Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan, disse que, como a construção civil é uma atividade que trabalha com um horizonte de prazos mais longos, as obras contratadas hoje garantem o crescimento vigoroso do PIB do setor neste ano e no próximo. &#8220;Se houver uma deterioração muito grande da economia, isso poderá afetar o setor no fim de 2012 e início de 2013&#8243;, disse Zaidan. &#8220;O crescimento está garantido por três trimestres.&#8221;</p>
<p>Ana Maria detalhou que o crescimento projetado para o ano que vem será baseado em três pilares: o avanço mais rápido da segunda etapa do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, as obras de infraestrutura para os eventos esportivos de 2014 e 2016 e o crédito habitacional, que deve continuar em expansão.</p>
<p>Ela projeta para este ano crescimento real de 30% no crédito habitacional em relação a 2010 e de 30% nominal em 2012. Foi o avanço do crédito que reduziu a fatia do informalidade no setor. Hoje as empresas respondem por 65% do PIB da construção.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Estadão</p>
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		<title>Prédios Inteligentes propiciam retorno de investimento mais rapidamente</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:35:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A construção de edifícios inteligentes garante retorno de investimento em menos tempo e redução nos custos de instalação de redes de comunicação e energia, de acordo com a Panduit, líder em soluções de infraestrutura física unificada (UPI). Tal conquista se deve à implementação de arquitetura tecnológica baseada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="98%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>A construção de edifícios inteligentes garante retorno de investimento em menos tempo e redução nos custos de instalação de redes de comunicação e energia, de acordo com a Panduit, líder em soluções de infraestrutura física unificada (UPI).</p>
<p>Tal conquista se deve à implementação de arquitetura tecnológica baseada em UPI (Infraestrutura Física Unificada) que aumenta a eficiência do edifício em diversas áreas ao permitir uma administração convergente e inteligente dos diversos sistemas prediais, entre eles: redes de dados e voz, segurança, climatização, controle de acesso e energia.</p>
<p>As economias começam desde o início do projeto, já durante a fase de implementação, onde é substancial a redução nos produtos a serem utilizados na instalação das redes (número de portas, roteadores e cabos). Esta economia chega a 30% no custo de instalação das redes em prédios projetados de acordo com os princípios UPI. Adicionalmente, apontam alguns estudos, há uma diminuição considerável no peso dos materiais e também em termos de uso do espaço o que gera uma diminuição com relação ao uso de energia.</p>
<p><strong>Administração Unificada</strong></p>
<p>Uma vez instalado um sistema de redes em uma plataforma unificada, os custos de administração caem consideravelmente comparados aos custos incorridos por um edifício convencional.</p>
<p>Em um edifício sem tecnologia UPI, os sistemas de segurança, automação predial, reded de dados, telefonia e energia, por exemplo, são administrados separadamente, exigindo servidores e técnicos especializados para cada sistema, aumentando os gastos.</p>
<p>Com uma plataforma unificada UPI, a administração de todos esses sistemas pode ser realizada a partir de um único ponto, o que diminui a quantidade de equipamentos e pessoas necessárias e, além disso, aumenta a capacidade de implementar estratégias de administração remota que aumentam a disponibilidade de informações para apoio na tomada de decisões.</p>
<p><strong>Economia energética</strong></p>
<p>A convergência dos sistemas de administração em prédios baseados em UPI oferece uma economia considerável de energia. Isso porque as informações convergem em uma plataforma inteligente que permite um melhor gerenciamento do uso de energia, de acordo com o tipo de empresa e as condições ambientais, regulando a iluminação e o ar condicionado automaticamente de acordo com as condições do momento.</p>
<p>Uma plataforma UPI permite a adoção de medidas adequadas para regular o uso da energia de acordo com a necessidade de diferentes áreas de trabalho e produção da empresa, reduzindo os gastos e economizando até 25% nessa área.</p>
<p><strong>Economia de espaço e custos de configuração</strong></p>
<p>A consolidação de todos os sistemas nas mesmas rotas de cabeamento, unificando a infraestrutura física, reduz o espaço necessário no prédio para o roteamento dos sistemas em 70%, diminuindo assim também o espaço para o funcionamento da empresa, com um impacto direto no custo imobiliário.</p>
<p>Como a dinâmica das empresas inclui mudanças, crescimento e reestruturação dos sistemas lógicos e físicos, contar com uma plataforma convergente possibilita uma redução dos custos de configuração em aproximadamente 75%.</p>
<p>“Esse conceito permite reduzir o consumo de recursos não renováveis, diminuir as despesas operacionais desde o início, além de permitir estratégias de adequação à novas tendências empresariais de uma forma bastante ágil, gerando um retorno imediato sobre o investimento”, afirma Jorge de la Fuente, diretor de vendas técnicas da Panduit. “Nosso melhor exemplo é o edifício sede da Panduit, onde os custos operacionais caíram 40%”, conclui o executivo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://www.obra24horas.com.br/materias/tecnologia-e-sustentabilidade/predios-inteligentes-propiciam-retorno-de-investimento-mais-rapidamente">http://www.obra24horas.com.br/materias/tecnologia-e-sustentabilidade/predios-inteligentes-propiciam-retorno-de-investimento-mais-rapidamente</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mercado imobiliário está de olho no envelhecimento da população</title>
		<link>http://www.siaesquadrias.com.br/mercado-imobiliario-esta-de-olho-no-envelhecimento-da-populacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:33:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991 o número de idosos aumentou 2,6% e hoje a quantidade de pessoas com 65 anos, ou mais, ultrapassa os 14 milhões de pessoas. “Com as mudanças nas características demográficas da população brasileira o mercado imobiliário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="98%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991 o número de idosos aumentou 2,6% e hoje a quantidade de pessoas com 65 anos, ou mais, ultrapassa os 14 milhões de pessoas. “Com as mudanças nas características demográficas da população brasileira o mercado imobiliário tem que adequar constantemente”, ressalta Elizabeth dos Santos Silva Freitas, vice-presidente da Primar Administradora de Bens.<br />
E os mais velhos vão engordar ainda mais as estatísticas, pois o IBGE afirma que a expectativa de vida dos brasileiros em 2020 será de 76,1 anos e em 2050 deve chegar a 81,3 anos. Para atender esta parcela da população o mercado imobiliário utiliza diferentes tipos de estratégia. “Levando em consideração as principais queixas dos idosos em relação à moradia, as construções passaram a ser planejadas de maneira que se adaptem as necessidades das pessoas da terceira idade e que sirvam também para outras faixas etárias”, destaca.Entre as reclamações de quem vive a melhor idade estão à ausência de elevadores e rampas nos prédios e edificações, acessos que dificultam a entrada nos imóveis, portas estreitas – o que dificulta a movimentação de um idoso que utilize andador, bengala ou cadeira de rodas -, banheiros com poucos ou sem pontos de apoio para facilitar a hora do banho e a falta de pisos antiderrapantes. “Fechaduras sem alça, iluminação precária dos ambientes e áreas comuns que não são adaptadas para a circulação de idosos também estão entre as insatisfações”, aponta.</p>
<p>Os novos empreendimentos têm que se adaptar a realidade deste nicho de mercado, que além de exigente possui um nível de renda bem maior do que muitos jovens e adultos ativos economicamente. “A demanda é o que mais atraiu a atenção do mercado. Para não perder nenhum negócio há imóveis que não são feitos especialmente para os idosos, mas são construídos pensando no futuro. Ou seja, os espaços são mais amplos e com a estrutura adequada para que na velhice dos proprietários eles já estejam prontos para atendê-los”, observa.</p>
<p>É preciso considerar ainda as constituições familiares contemporâneas, na quais moram sob o mesmo teto gerações diferentes. “Muitos idosos moram com seus filhos, netos e até bisnetos. Em uma mesma moradia pode-se ter vários perfis, com crianças e pessoas mais velhas ao mesmo tempo. Por este motivo os projetos estão mudando de perfil e se adequando para atender a diferentes idades de apenas uma só vez. Além disso, em qualquer etapa da vida todos buscam mais conforto e segurança”, pontua.</p>
<p>Considerado como um público com alto potencial de compra, quem está na terceira idade também ganha alguns mimos em condomínios que estão de olho na qualidade de vida dos seus moradores mais velhos. “Muitos empreendimentos estão consolidando uma cultura de inclusão dos idosos e não apenas das crianças, jovens e adultos. Salões de festas, piscinas e outras áreas comuns ganham áreas de circulação mais amplas e acessórios que facilitam a vida dos idosos. A capacitação dos funcionários para atender melhor os mais velhos é outra estratégia utilizada”, conta.</p>
<p>Todas estas alterações na estrutura e a qualificação profissional voltada ao atendimento dos mais velhos têm como objetivo evitar as quedas em ambientes domésticos, prestar socorro rápido em situações de emergência e tornar o contato entre os profissionais e os idosos mais agradável. “Em geral as pessoas mais velhas gostam de atenção, gentileza e não tem tanta pressa. Por isso é fundamental que os funcionários saibam como lidar com este público, até mesmo pelas diferentes características, como o passo mais lento e o uso de cadeiras de rodas”, acrescenta.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.obra24horas.com.br/materias/mercado-da-construcao/mercado-imobiliario-esta-de-olho-no-envelhecimento-da-populacao">http://www.obra24horas.com.br/materias/mercado-da-construcao/mercado-imobiliario-esta-de-olho-no-envelhecimento-da-populacao</a></p>
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